domingo, 21 de fevereiro de 2010

O que a terapia holística pode fazer em casos graves

A grande maioria das pessoas, diante de uma grave doença, não cogita buscar ajuda através de uma terapia alternativa. Nada a estranhar, vivemos em uma sociedade cientificista em que se acredita que a moderna medicina tem os mais valiosos instrumentos para diagnóstico e cura; fora dela - ou, através de sua sentença - nãosalvação.

De forma alguma pretendo desmerecer os avanços da medicina, e o tratamento médico tradicional não deve ser nunca ser negligenciado ou negado. O que as pessoas em geral não sabem é o quanto o paciente pode ser apoiado através de uma terapia holística (chamo de terapia holística os tratamentos que vêem o ser humano em sua totalidade: corpo/mente/ emocões /espírito). Posso falar das terapias que estudo e pratico a vários anos, como Reiki, Magnified e Light Healing, terapia Mãos de Luz, entre outras.

Para citar alguns dos benefícios destas práticas ao paciente:

  • Profunda sensação de serenidade e bem-estar;
  • Diminuição de dores e desconforto;
  • Relaxamento e melhora do sono;
  • Equilíbrio do estado emocional e mental, dissolução de bloqueios nestes níveis, mudança de padrões de comportamento;
  • Melhora das funções orgânicas e do sistema imunológico;
  • Diminuição dos efeitos colaterais das medicações, inclusive dos quimioterápicos;
  • Diminuição do tempo de internação, aceleração no tempo cura, ou melhora visível no estado geral do paciente;
  • Aceitação pelo paciente da doença, e compreensão desta como um processo de aprendizagem para evolução da alma;
  • Proteção e limpeza espiritual;
  • Percepção e aumento da fé e da espiritualidade, conexão com a "fonte" e o caminho individual de cura e transformação.
E a cura, ela é possível? E agora é preciso explicar que nós terapeutas compreendemos a doença como um último estágio de desequilíbrios e bloqueios já existentes nos veículos físico, etérico, mental, emocional e espiritual de uma pessoa; incluindo o que chamamos de carma negativo - resultante de ações, pensamentos e palavras negativos exercidos nesta ou em vidas passadas pela pessoa; como também a resultante de hábitos nocivos à saúde, muitos dos quais aceitos pela sociedade.
Vemos a doença inserida num contexto pessoal, familiar e cultural, e que tem como finalidade o despertar da consciência da pessoa para os padrões que ela deve mudar em sua vida, bem como questões que ela veio "curar" nesta vida que dizem respeito aos seus corpos etérico, mental, emocional e aos carmas negativos gerados.
A doença e a cura não são uma questão simples, não podemos responsabilizar por elas nossos pais, o meio em que vivemos, os médicos, terapeutas ou nossos familiares. A responsabilidade é de cada um de nós, de uma forma consciente ou não, somos nós que criamos as circunstâncias que nos fizeram doentes, cada um de nós é também o próprio agente da cura.
A cura é um processo maravilhoso, um despertar da consciência, um caminho interior de compaixão, perdão, aceitação e entrega. E a doença não precisa ser vista como uma inimiga, mas como um "despertador" para mudanças que são pedidas para que a pessoa possa avançar em sua evolução como ser humano. Esta compreensão permite que o terapeuta apoie e ajude o paciente em seu caminho único de cura.
Sim, a cura pode ocorrer, mas não é uma promessa, talvez a pessoa possa ser curada somente em seus veículos sutis, e assim evitar um futuro renascimento com a mesma doença. Talvez o paciente não encontre a cura, mas a aceitação e a serenidade diante da dor e da morte, e mesmo a compreensão de que a morte é tão somente a mudança para um outro nível de consciência - uma outra dimensão da alma imortal.
O grande benefício de uma terapia holística é saber que não estamos sós no universo, mas amparados por forcas poderosas e benéficas, que jamais nos abandonam, mas trabalham incessantemente pelo bem maior de toda humanidade. E como terapeuta, reconheço a beleza, o amor e a luz dos seres luminosos que estão ao nossa lado a nos ajudar e apoiar em nosso caminho de ascensão, destino de toda humanidade.
Se você está disposto a procurar uma ajuda terapêutica, siga sua intuição e coração; tenha em mente que todo trabalho holístico é baseado no amor compassivo; considere que é justo pagar por este serviço, embora a energia vital do universo seja disponível e gratuita, lembre-se que o terapeuta dedica seu tempo e estudo para melhor servir (não se trata de um passe rápido); desconfie de preços exorbitantes, trabalhos complexos e caros, e de promessas de curas milagrosas.
Tenha coragem e se permita entrar em um profundo e belo caminho interior de cura. Saiba que você é seu curador, o terapeuta é apenas um facilitador da cura; mesmo Jesus não se proclamou curador de ninguém, mas disse: "Vai e e não erres mais, tua fé te curou!"
Pense na possibilidade de aprender uma técnica como Reiki, e assim ter a oportunidade de diariamente proporcionar a você mesmo equilíbrio, proteção e cura.
Siga em paz, e que a luz e as bençãos do universo se derramem sobre você e seus bem-amados, iluminado-lhes o caminho!
por Ana Liliam

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Crenças são como a lente que você usa: você se esquece delas; por Mizuji Kajii.

Crenças limitantes são chamadas assim, porque elas limitam nossas vidas
Crenças são apenas crenças; nada mais.
São idéias em que acreditamos.
Não significa que essas ideias sejam verdadeiras.
Mas agimos como se elas fossem verdadeiras.
Agindo assim, elas acabam sendo "verdadeiras", mais um motivo para acreditar nelas.
É assim que nós criamos nossa "realidade".

Não é uma tarefa facil identificar essas crenças limitantes, ja que a maioria delas são inconscientes.
Elas muitas vezes "estão na nossa cara", mas nós não percebemos.
Precisamos geralmente da ajuda de alguem para conseguirmos identifica-las.
O "óbvio" só é visivel para outros: se você usa oculos de lente vermelha o dia todo, logo vai se esquecer de que está usando lente vermelha, mas para os outros, é muito facil de perceber: basta olhar para voce.

Mas é relativamente facil saber se elas estão atuando em sua vida.
Se você tem talento, inteligência, competência, enfim, "tudo para dar certo" e não deslancha, é um sinal forte da presença de crenças limitantes.

Se você passa por problemas que se repetem com o mesmo padrão, é um sintoma claro da presença de crenças limitantes.

E essas crenças geralmente não são aquelas que você pensa que sejam as responsáveis.

O problema está na "lente colorida" que você está usando...
enviado por Sylvia

Vazio interior, Osho


"Normalmente o homem sente-se vazio, oco. Essa é sua amargura.
Ele quer se encher, por isso vive se entupindo de comida, sexto. álcool, dinheiro, coisas, todos os tipos de tranqueiras que a tecnologia lhe oferece.
Mas permanece o vazio interior, e ele continua vazio como sempre.
Na verdade, vcoê começa a se sentir assim quando está cercado de toda espécie de coisas.
Em contraste , seu interior parece muito pobre,
A busca por dinheiro, poder e prestígio tem o objetivo básico de criar um plenitude de ser, mas é uma direção errada.
Não é assim que alguém se torna pleno.
O caminho para se tornar pleno é por meio do amor, da oração, da graça.
Só há um jeito de você se tornar pleno: impregnar-se de Deus, estar disponível a Deus e a toda a sua glória e esplendor...
Ame a existência e você ficará pleno.
Ame incondicionalmente e você transbordará.
E o momento em que uma pessoa transborda é o momento de ela ir para casa. Ela chegou.
A satisfação é tremenda. "
enviado por Lilia Naveira

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Vende-se Tudo, por Martha Medeiros


No mural do colégio da minha filha encontrei um cartaz escrito por uma mãe, avisando que estava vendendo tudo o que ela tinha em casa, pois a família voltaria a morar nos Estados Unidos.
O cartaz dava o endereço do bazar e o horário de atendimento. Uma outra mãe, ao meu lado, comentou:
- Que coisa triste ter que vender tudo que se tem.
- Não é não, respondi, já passei por isso e é uma lição de vida.
Morei uma época no Chile e, na hora de voltar ao Brasil, trouxe comigo apenas umas poucas gravuras, uns livros e uns tapetes. O resto vendi tudo, e por tudo entenda-se: fogão, camas, louça, liquidificador, sala de jantar, aparelho de som, tudo o que compõe uma casa.
Como eu não conhecia muita gente na cidade, meu marido anunciou o bazar no seu local de trabalho e esperamos sentados que alguém aparecesse. Sentados no chão. O sofá foi o primeiro que se foi. Às vezes o interfone tocava às 11 da noite e era alguém que tinha ouvido comentar que ali estava se vendendo uma estante.
Eu convidava pra subir e em dez minutos negociávamos um belo desconto. Além disso, eu sempre dava um abridor de vinho ou um saleiro de brinde, e lá se iam meus móveis e minhas bugigangas. Um troço maluco: estranhos entravam na minha casa e desfalcavam o meu lar, que a cada dia ficava mais nu, mais sem alma.
No penúltimo dia, ficamos só com o colchão no chão, a geladeira e a tevê. No último, só com o colchão, que o zelador comprou e, compreensivo, topou esperar a gente ir embora antes de buscar. Ganhou de brinde os travesseiros..
Guardo esses últimos dias no Chile como o momento da minha vida em que aprendi a irrelevância de quase tudo o que é material. Nunca mais me apeguei a nada que não tivesse valor afetivo. Deixei de lado o zelo excessivo por coisas que foram feitas apenas para se usar, e não para se amar.
Hoje me desfaço com facilidade de objetos, enquanto que torna-se cada vez mais difícil me afastar de pessoas que são ou foram importantes, não importa o tempo que estiveram presentes na minha vida... Desejo para essa mulher que está vendendo suas coisas para voltar aos Estados Unidos a mesma emoção que tive na minha última noite no Chile. Dormimos no mesmo colchão, eu, meu marido e minha filha, que na época tinha 2 anos de idade. As roupas já estavam guardadas nas malas. Fazia muito frio.
Ao acordarmos, uma vizinha simpática nos ofereceu o café da manhã, já que não tínhamos nem uma xícara em casa.
Fomos embora carregando apenas o que havíamos vivido, levando as emoções todas: nenhuma recordação foi vendida ou entregue como brinde... Não pagamos excesso de bagagem e chegamos aqui com outro tipo de leveza..
.... só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir.
enviado por Selme Cristine
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