quarta-feira, 20 de abril de 2011

Sede passantes


 
Este tema da passagem é o tema da Páscoa. Pessah em hebraico, quer dizer passagem. A passagem, no rio, de uma margem à outra margem, a passagem de um pensamento a outro pensamento, a passagem de um estado de consciência a outro estado de consciência. A passagem de um modo de vida a um outro modo de vida.
Esta fala de Jesus lembra que somos peregrinos sobre a terra. Somos passageiros. A vida é uma ponte e, como diziam os antigos, não se constrói sua casa sobre uma ponte. Temos que manter, ao mesmo tempo, as duas margens do rio, a matéria e o espírito, o céu e a terra, o masculino e o feminino e fazer a ponte entre estas nossas diferentes partes, sabendo que estamos de passagem. É importante lembrar-se do caráter passageiro de nossa existência, da impermanência de todas as coisas, pois o sofrimento geralmente é de querermos fazer durar o que não foi feito para durar.
A grande páscoa é a passagem desta vida mortal para a vida eterna, é a abertura do coração humano ao coração divino. É a passagem da escravidão para a liberdade, passagem que é simbolizada pela migração dos hebreus, do Egito para a terra Prometida. Mas não é preciso temer o Mar Vermelho. O mar de nossas memórias, de nossos medos, de nossas reações. Temos que atravessar todas estas ondas, todas estas tempestades, para tocar a terra da liberdade, o espaço da liberdade que existe dentro de nós.
Sede passantes. Creio que esta palavra é verdadeiramente um convite para continuarmos nosso caminho a partir do lugar onde algumas vezes paramos. Observemos o que para a vida em nós, o que impede o amor e o perdão, onde se localiza o medo dentro de nós. É por lá que é preciso passar, é lá nosso Mar Vermelho. Mas, ao mesmo tempo, não esqueçamos a luz, não esqueçamos a liberdade, a terra que nos foi prometida!
JEAN-YVES LELOUP

terça-feira, 19 de abril de 2011

O SEGREDO MAIS NOTÁVEL


Earl Nightingale
Abril de 2011

George Bernard Shaw dizia: “As pessoas estão sempre culpando as suas circunstâncias pelo que elas são. Eu não acredito em circunstâncias. As pessoas que prosperam neste mundo são aquelas que se organizam e procuram as circunstâncias que elas querem, e se não podem encontrá-las, elas as criam.”
Bem, isto é bem evidente, não é? E cada pessoa que descobriu isto, acreditava (por algum tempo), que ela era a primeira a praticar isto. Tornamo-nos aquilo que pensamos.

Por outro lado, a pessoa que não tem nenhum objetivo, que não sabe para onde está indo, e cujos pensamentos devem, portanto, ser pensamentos de confusão, de ansiedade e de preocupação – a sua vida se torna cheia de frustração, medo, ansiedade e preocupação. E se ela em nada pensa... ela se torna um nada.

Como isto funciona? Por que nos tornamos aquilo que pensamos? Bem, eu lhes direi como isto funciona, tanto quanto sabemos. Para fazer isto, eu quero lhes contar uma situação que se assemelha à mente humana.

Suponhamos que um fazendeiro tenha alguma terra e ela é boa e fértil. A terra dá ao fazendeiro uma escolha; ele pode plantar na terra aquilo que ele escolher. A terra não se importa. Cabe ao fazendeiro tomar esta decisão.

Estamos comparando a mente humana com a terra, porque a mente, como a terra, não se importa com o que vocês plantem nela. Ela retornará o que vocês plantarem, mas ela não se importa com o que vocês plantam.

Agora, digamos que o fazendeiro tenha duas sementes em sua mão – uma é uma semente de milho, a outra é a beladona, um veneno mortal. Ele cava dois pequenos buracos na terra e planta em um a semente de milho e no outro, a beladona. Ele cobre os buracos, rega e cuida da terra... e o que acontecerá? Invariavelmente, a terra retornará o que foi plantado.

Como está escrito na Bíblia: “O que você semear, colherá.”

Lembrem-se de que a terra não se importa. Ela retornará tanto o veneno, quanto a maravilhosa abundância do milho.

A mente humana é bem mais fértil, mais incrível e misteriosa do que a terra, mas ela funciona do mesmo modo. Ela não se importa com o que plantamos... sucesso... ou fracasso. Um objetivo concreto, vantajoso... ou confusão, incompreensão, medo, ansiedade e assim por diante. Mas o que plantarmos, deve retornar a nós.

Simple Truths – Motivational & Inspirational Gifts

domingo, 10 de abril de 2011

Escolhas


Você pode curtir ser quem você é, do jeito que você for, ou viver infeliz por não ser quem você gostaria.
Você pode assumir sua individualidade, reprimir seus talentos e sonhos, tentando ser o que os outros gostariam que você fosse.
Você pode produzir-se e ir se divertir, brincar, cantar e dançar, ou dizer em tom amargo que já passou da idade ou que essas coisas são fúteis, não sérias e bem situadas como você.
Você pode olhar com ternura e respeito para si próprio e para as outras pessoas, ou com aquele olhar de censura, que poda, pune, fere e mata, sem nenhuma consideração para com os desejos, limites e dificuldades de cada um, inclusive os seus.
Você pode amar e deixar-se amar de maneira incondicional, ou ficar se lamentando pela falta de gente à sua volta.
Você pode ouvir o seu coração e viver apaixonadamente ou agir de acordo com o figurino da cabeça, tentando analisar e explicar a vida antes de vivê-la.
Você pode deixá-la como está para ver como é que fica ou com paciência e trabalho conseguir realizar as mudanças necessárias na sua vida e no mundo à sua volta.
Você pode deixar que o medo de perder paralise seus planos ou partir para a ação com o pouco que tem e muita vontade de ganhar.
Você pode amaldiçoar sua sorte, ou encarar a situação como uma grande oportunidade de crescimento que a Vida lhe oferece.
Você pode mentir para si mesmo, achando desculpas e culpados para todas as suas insatisfações, ou encarar a verdade de que, no fim das contas, sempre você é quem decide o tipo de vida que quer levar.
Você pode escolher o seu destino e, através de ações concretas, caminhar firme em direção a ele, com marchas e contramarchas, avanços e retrocessos, ou continuar acreditando que ele já estava escrito nas estrelas e nada mais lhe resta a fazer senão sofrer.
Você pode viver o presente que a Vida lhe dá, ou ficar preso a um passado que já acabou, e portanto não há mais nada a fazer, ou a um futuro que ainda não veio, e que portanto não lhe permite fazer nada.
Você pode ficar numa boa, desfrutando o máximo de coisas que você é e possui, ou se acabar de tanta ansiedade e desgosto por não ser ou não possuir tudo o que você gostaria.
Você pode engajar-se no mundo, melhorando a si próprio e, por conseqüência, melhorando tudo que está à sua volta, ou esperar que o mundo melhore para que então você possa melhorar.
Você pode continuar escravo da preguiça, ou comprometer-se com você mesmo e tomar atitudes necessárias para concretizar o seu Plano de Vida.
Você pode aprender o que ainda não sabe, ou fingir que já sabe tudo e não precisa aprender nada mais.
Você pode ser feliz com a vida como ela é, ou passar todo o seu tempo se lamentando pelo que ela não é.
A escolha é sua ... E o importante, é que você sempre tem escolha. Pondere bastante ao se decidir, pois é você quem vai carregar sozinho e sempre o peso das escolhas que fizer.

enviado por Francisco Ulisses

quinta-feira, 7 de abril de 2011

JAPÃO, por Monja Coen


Quando voltei ao Brasil, depois de residir doze anos no Japão, me incumbi da difícil missão de transmitir o que mais me impressionou do povo Japonês: kokoro.
 
Kokoro  ou Shin significa coração-mente-essência.
 
Como educar pessoas a ter sensibilidade suficiente para sair de si mesmas, de suas necessidades pessoais e se colocar à serviço e disposição do grupo, das outras pessoas, da natureza ilimitada?
 
Outra palavra é gaman: aguentar, suportar.  Educação para ser capaz  de suportar dificuldades e superá-las.
 
Assim, os eventos de 11 de março, no Nordeste japonês, surpreenderam o mundo  de duas maneiras.
 
A primeira pela violência do tsunami e dos vários terremotos, bem como dos perigos de radiação das usinas nucleares de Fukushima.
 
A segunda pela disciplina, ordem, dignidade, paciência, honra e respeito de todas as vítimas.
 
Filas de pessoas passando baldes cheios e vazios, de uma piscina para os banheiros.
 
Nos abrigos, a surpresa das repórteres norte americanas: ninguém queria tirar vantagem sobre ninguém.  Compartilhavam cobertas, alimentos, dores, saudades, preocupações, massagens. Cada qual se mantinha em sua área.  As crianças não faziam algazarra, não corriam e gritavam, mas se mantinham no espaço que a família havia reservado.
 
Não furaram as  filas para assistência médica – quantas pessoas necessitando de remédios perdidos-
mas esperaram sua vez também para receber água, usar o telefone, receber atenção médica,  alimentos, roupas e escalda pés singelos, com pouquíssima água. 
 
Compartilharam também do resfriado, da falta de água para higiene pessoal e coletiva, da fome, da tristeza, da dor, das perdas de verduras, leite, da morte.
 
Nos supermercados lotados e esvaziados de alimentos, não houve saques.  Houve a resignação da tragédia e o agradecimento pelo pouco que recebiam.  Ensinamento de Buda, hoje enraizado na cultura e chamado de kansha no kokoro: coração de gratidão.
 
Sumimasen é outra palavra chave.  Desculpe, sinto muito, com licença. Por vezes me parecia que as pessoas pediam desculpas por viver.  Desculpe causar preocupação, desculpe incomodar, desculpe precisar falar com você, ou tocar à sua porta.  Desculpe pela minha dor, pelo minhas lágrimas, pela minha passagem, pela preocupação que estamos causando ao mundo.  Sumimasem.
 
Quando temos humildade e respeito pensamos nos outros, nos seus sentimentos, necessidades. Quando cuidamos da vida como um todo, somos cuidadas e respeitadas.
 
O inverso não é verdadeiro: se pensar primeiro em mim e só cuidar de mim, perderei.  Cada um de nós, cada uma de nós é o todo manifesto.
 
Acompanhando as transmissões na TV e na Internet pude pressentir a atenção e cuidado com quem estaria assistindo: mostrar a realidade, sem ofender, sem estarrecer, sem causar pânico.  As vítimas encontradas, vivas ou mortas eram gentilmente cobertas pelos grupos de  resgate e delicadamente transportadas – quer para as tendas do exército, que serviam de hospital, quer para as ambulâncias, helicópteros, barcos, que os levariam a hospitais.
 

Análise da situação por especialistas, informações incessantes a toda população pelos oficiais do governo e a noção bem estabelecida de que “somos um só povo e um só país”.
 
Telefonei várias vezes aos templos por onde passei e recebi telefonemas.  Diziam-me do exagero das notícias internacionais, da confiança nas soluções que seriam encontradas e todos me pediram que não cancelasse nossa viagem em Julho próximo.
 
Aprendemos com essa tragédia  o que Buda ensinou há dois mil e quinhentos anos: a vida é transitória,  nada é seguro neste mundo,  tudo pode ser destruído em um instante e reconstruído novamente.
 
Reafirmando a Lei da Causalidade podemos perceber como tudo  está interligado e que nós humanos não somos e jamais seremos capazes de salvar a Terra.  O planeta tem seu próprio movimento e vida.  Estamos na superfície, na casquinha mais fina.  Os movimentos das placas tectônicas não tem a ver com sentimentos humanos, com divindades, vinganças ou castigos.  O que podemos fazer é cuidar da pequena camada produtiva, da água, do solo e do ar que respiramos.  E isso já é uma tarefa e tanto.
 
Aprendemos com o povo japonês que a solidariedade leva à ordem, que a paciência leva à tranquilidade e que o sofrimento compartilhado leva à reconstrução.
 
Esse exemplo de solidariedade, de bravura, dignidade, de humildade, de respeito aos vivos e aos mortos ficará impresso em todos que acompanharam os eventos que se seguiram a 11 de março.
 
Minhas preces, meus respeitos, minha ternura e minha imensa tristeza em testemunhar tanto sofrimento e tanta dor de um povo que aprendi a amar e respeitar. 
 
Havia pessoas suas conhecidas na tragédia?, me perguntaram. E só posso dizer : todas.  Todas eram e são pessoas de meu conhecimento.  Com elas aprendi a orar, a ter fé, paciência, persistência.  Aprendi a respeitar meus ancestrais e a linhagem de Budas.
 
Mãos em prece (gassho)
 
Monja Coen

enviado por Margarida

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Apelo a Mãe Kuan Yin, por Fátima dos Anjos

Em nome da infinita Presença Divina EU SOU,
e através da força do Fogo Sagrado que está presente em meu coração,
envio os mais sinceros sentimentos de gratidão ao maravilhoso
Ser Cósmico da Misericórdia nossa Bem-Amada Kuan Yin.
Me curvo reverentemente, ante a este ser Cósmico,
cujo ato de consagração à vida, tem sido dirigir a
Chama da infinita misericórdia a todo ser prisioneiro.
Envolvei-nos em Vossa amorável Presença
e transformai, por meio do misericordioso Fogo Violeta da compaixão,
toda injustiça que por qualquer erro ou omissão,
infligimos em algum momento de nossa existência,
a qualquer partícula de vida, pessoas, anjos, ou seres divinos.
Suplico para que todos os erros sejam transformados em luz,
de modo que todos nós seres encarnados ou desencarnados,
possamos alcançar a liberdade que nos permitirá ascensionar,
e sermos o nosso próprio Santo-Ser-Crístico em atividade,
neste mundo físico da aparência.
Projetai a Chama da Misericórdia sobre nós,
e transformai toda vibração destrutiva que atraímos,
consciente ou inconscientemente, ao nosso mundo.
Auxiliai-nos a sentir e viver a experiência
da alegre purificação de toda energia que maculamos.

Bem - Amada Kuan Yin,
apelo em favor da expansão da Luz Interna em nossos corações.
Abençoai- nos e protegei-nos

Que assim seja,
pois eu falo em nome de
Deus Eu Sou.

domingo, 3 de abril de 2011

Inversão dos Pólos nos Jornais Ingleses

<http://www.ufotvonline.com.br/arquivo-noticias/5-geral/123-inversao-dos-polos-nos-jornais-ingleses.html>
  
Buracos  no campo magnético do planeta sugerem que os pólos podem  ''trocar'' de lugar
Jonathan Leake - The Sunday  Times

 LONDRES  - O Pólo Norte está de mudança. Cientistas encontraram grandes  buracos no campo magnético da Terra, sugerindo que os Pólos  Norte e Sul estão se preparando para trocar de posição, numa  guinada magnética.

 Há  muitos anos se sabe que o pólo norte muda de lugar,mas  achava-se que era um movimento pendular, conhecido pelos  físicos e geodésicos como "Declinação Magnética", também  levada em consideração em levantamentos topográficos e mais  recentemente em georreferenciamentos, porém o que se tem visto  é que o Polo Norte já se deslocou mais de 400 km ao sul desde  os anos 80 e não retornado à sua posição original, como se  pensava no "movimento pendular".

Um  período de caos poderia ser iminente, no qual as bússolas não  mais apontariam para o Norte, animais migratórios tomariam o  rumo errado e satélites seriam queimados pela radiação  solar.
Os buracos estão sobre o sul do Atlântico e do  Ártico. As mudanças foram divulgadas depois da análise de  dados detalhados do satélite dinamarquês Orsted, cujos  resultados foram comparados com dados coletados antes por  outros satélites.

A velocidade da mudança surpreendeu  os cientistas. Nils Olsen, do Centro para a Ciência Planetária  da Dinamarca, um dos vários institutos que analisam os dados,  afirmou que o núcleo da Terra parece estar passando por  mudanças dramáticas.

''Esta poderia ser a situação na  qual o geodínamo da Terra opera antes de se reverter'', diz o  pesquisador.

O  geodínamo é o processo pelo qual o campo magnético é  produzido: por correntes de ferro derretido fluindo em torno  de um núcleo sólido. Às vezes, turbilhões gigantes formam-se  no metal líquido, com o poder de mudar ou mesmo reverter os  campos magnéticos acima deles.

A equipe de Olson  acredita que turbilhões se formaram sob o Pólo Norte e o sul  do Atlântico. Se eles se tornarem fortes o bastante, poderão  reverter todas as outras correntes, levando os pólos Norte e  Sul a trocar seus lugares.

Andy Jackson, especialista  em geomagnetismo da Universidade de Leeds, Inglaterra, disse  que a mudança está atrasada: ''Tais guinadas normalmente  acontecem a cada 500 mil anos, mas já se passaram 750 mil  desde a última.''

Impacto

A  mudança poderia afetar tanto os seres humanos quanto a vida  selvagem. A magnetosfera fornece proteção vital contra a  radiação solar abrasadora, que de outro modo esterilizaria a  Terra.

A magnetosfera é a extensão do campo magnético  do planeta no espaço. Ela forma uma espécie de bolha magnética  protetora, que protege a Terra das partículas e radiação  trazidas pelo ''vento solar''.Outra hipótese é a de que a  mudança nos pólos teria influência nos terremotos e  tsunamis  cada vez mais frequentes de algum tempo para cá.

O campo  magnético provavelmente não desapareceria de uma vez, mas ele  poderia enfraquecer enquanto os pólos trocam de  posições.

 A  onda de radiação resultante poderia causar câncer, reduzir as  colheitas e confundir animais migratórios, das baleias aos  pingüins. Muitas aves e animais marinhos se guiam pelo campo  magnético da Terra para viajar de um lugar para outro. A  navegação por bússola se tornaria muito difícil. E os  satélites - ferramentas alternativas de navegação e vitais  para as redes de comunicação - seriam rapidamente danificados  pela radiação.

O  ponto zero e a mudança das eras do calendário  Maia

Profecias  ancestrais e diversas tradições indígenas anteviram o  fenômeno. Mas agora para surpresa de muita gente, é a própria  ciência que começa a reconhecer importantes mudanças no campo  magnético e na freqüência vibratória da Terra.

O ápice  do processo, que segundo alguns especialistas, deverá ocorrer  em alguns anos provavelmente provocará a inversão do sentido  da rotação do nosso planeta e também a inversão dos pólos  magnéticos.
O texto que o Guia Lótus agora veicula é  baseado nas informações que enfoca o trabalho do geólogo  norte-americano Greg Braden, maior estudioso do  fenômeno.

Braden trabalha a partir da interface  ciência-esoterismo e é autor do livro  "Awakening to Zero  Point " (Despertando para o Ponto Zero – ainda não traduzido  para o português) e de um vídeo de quatro horas sobre o  fenômeno e suas possíveis conseqüências para a  humanidade.

Greg Braden está constantemente viajando  pelos Estados Unidos e marcando presença na mídia demonstrando  com provas científicas que a Terra vem passando pelo Cinturão  de Fótons e que há uma desaceleração na rotação do planeta. Ao  mesmo tempo, ocorre um aumento na freqüência ressonante da  Terra (a chamada Ressonância de Schumann).

Quando a  Terra perder por completo a sua rotação e a freqüência  ressonante alcançar o índice de 13 ciclos, nós estaremos no  que Braden chama de Ponto Zero do campo magnético.

A  Terra ficará parada e, após dois ou três dias, recomeçará a  girar só que na direção oposta. Isto produzirá uma total  reversão nos campos magnéticos  terrestres.

Freqüência  de base crescente

A  freqüência de base da Terra, ou ''pulsação'' (chamada  Ressonância de Schumann, ou RS), está aumentando  drasticamente. Embora varie entre regiões geográficas, durante  décadas a média foi de 7 e 8 ciclos por segundo. Esta medida  já foi considerada uma constante; comunicações globais  militares foram desenvolvidas a partir do valor desta  freqüência. Recentes relatórios estabeleceram a taxa num  índice superior a 11 ciclos.

A ciência não sabe porque  isso acontece – nem o que fazer com essa situação. Greg Baden  encontrou dados coletados por pesquisadores noruegueses e  russos sobre o assunto – que, por sinal, não é amplamente  tratado nos Estados Unidos.

A única referência à RS  encontrada na Biblioteca de Seattle está relacionada à  meteorologia: a ciência reconhece a RS como um sensível  indicador de variações de temperatura e condições amplas de  clima.
Braden acredita que a RS flutuante pode ser  fator importante no desencadeamento das severas tempestades e  enchentes dos últimos anos.  Campo  magnético decrescente

Enquanto  a taxa de ''pulsação'' está crescendo, seu campo de força  magnético está declinando. De acordo com professor Banerjee,  da Universidade do Novo México – EUA, o campo reduziu sua  intensidade à metade, nos últimos quatro (4) mil anos. E como  um dos fenômenos que costuma preceder a inversão do magnetismo  polar é a redução deste campo de força, ele acredita que outra  inversão deve estar acontecendo.

Braden afirma, em  função disso, que os registros geológicos da Terra que indicam  inversões magnéticas também assinalam mudanças cíclicas  ocorridas anteriormente. E, considerando a enorme escala de  tempo representada por todo o processo, devem ter ocorrido  muito poucas dessas mudanças ao longo da história do planeta.    Impacto  sobre o Planeta

Greg  Braden costuma afirmar que estas informações não devem ser  usadas com o objetivo de amedrontar as pessoas.

Ele  acredita que devemos estar preparados para as mudanças  planetárias, que irão introduzir uma Nova Era de Luz para a  humanidade: iremos além do dinheiro e do tempo, com os  conceitos baseados no medo sendo totalmente  dissolvidos.

Braden lembra que o Ponto Zero ou a  Mudança das Eras vem sendo predito por povos ancestrais há  milhares de anos. Têm acontecido ao longo da história do  planeta muitas transformações geológicas importantes,  incluindo aquelas que ocorrem a cada treze (13) mil anos,  precisamente na metade dos vinte e seis (26) mil anos de  Precessão dos Equinócios.

O  Ponto Zero ou uma inversão dos pólos magnéticos provavelmente  acontecerá logo, acredita Braden. Poderia possivelmente  sincronizar-se com o biorritmo de quatro (4) ciclos da Terra,  que ocorre a cada vinte (20) anos, sempre no dia 12 de Agosto.  A última ocorrência foi em 2003.

Afirma-se que depois  do Ponto Zero o sol nascerá no oeste e se porá no leste.  Ocorrências passadas, deste mesmo tipo de mudança, foram  encontradas em registros ancestrais.

Os  reflexos na vida humana

Greg  Braden assinala que as mudanças na Terra estarão afetando cada  vez mais nossos padrões de sono, relacionamentos, a habilidade  de regular o sistema imunológico e a percepção do  tempo.  Tudo isso pode envolver  sintomas como enxaquecas, cansaço, sensações elétricas na  coluna, dores no sistema muscular, sinais de gripe e sonhos  intensos.

Ele associa uma série de conceitos de ordem  esotéricos aos processos geológicos e cosmológicos  relacionados ao Ponto Zero. Para Braden, cada ser humano está  vivendo um intenso processo de iniciação.

O tempo  parecerá acelerar-se à medida que nos aproximarmos do Ponto  Zero, em função do aumento da freqüência vibratória do  planeta: 16 horas agora equivaleriam a um dia inteiro, ou  seja, 24 horas.
Durante o fenômeno da mudança, aponta  ele, a maior parte de tecnologia que conhecemos deverá parar  de operar. Possíveis exceções poderiam ser em aparelhos com  tecnologia baseada no ''Ponto Zero'' ou Energia  Livre.

sábado, 2 de abril de 2011

Anjo dourado, oração

Hoje, imagine que o teu Anjo Dourado apóia as asas nos teus ombros... e declare:

“Que eu receba os ajustes necessários para que, instintivamente, possa lidar
com o conceito de abundância da Nova Energia... Que a minha consciência
terrena reconheça imediatamente que essa é a forma de operação, como se
sempre estivesse estado em vigor... Que isto ocorra de forma natural e insubstituível, sem qualquer espécie de esforço... Disponibilizo e exponho o
meu ser às entidades de luz, para ser feito o que aqui determino... Fico em paz
ao permitir esta transformação em mim mesmo, pois reconheço que assim me aproximarei do meu eu essencial... Manifesto também a intenção de que sejam removidos todas as resistências, bloqueios e dificuldades que possam existir à implementação deste processo... Isto é o que determino...Esta a minha intenção... Ela será satisfeita até onde for universalmente correta para o meu caso... Muito obrigado.”

do livro “Co-criação: A Dança com o Espírito”, de Vitorino de Sousa, enviado por Izabel

As sete ideias da felicidade, Roberto Shinyashiki

1. Todos nós, homens e mulheres, temos “TPM”. Com uma diferença: as mulheres sabem quando estão de TPM, mas os homens não! Nesses dias é melhor tomar cuidado e não agir de modo impulsivo.
Muito cuidado para não colocar o seu mau humor em cima de ninguém.

2. Felicidade é ter equipe. Quando você tem uma equipe, seja na sua vida profissional ou na vida pessoal, tem com quem dividir as responsabilidades e os esforços, tem alguém que ajuda você, de modo que pode viver mais tranquilo e feliz.

3. O mestre Osho diz que “somente os perdedores podem ganhar a felicidade”. O espírito de querer ganhar sempre cria uma situação insustentável e ansiosa. Quem quer ganhar todas as disputas, perde a vida.

Felicidade é um estado de aprendizado, de evolução. Você perdeu? Aprenda. Na verdade, ninguém erra.
Ou você acerta, ou aprende.

4. Na vida não existe preto nem branco. Nada é tanto o céu ou é tanto a terra. Ninguém é tão maravilhoso que não tenha defeitos e ninguém é tão defeituoso que não tenha virtudes. Compreenda esse equilíbrio e não crie expectativas irreais.

5. As pessoas não brigam com você. Elas brigam para jogar as próprias frustrações nas suas costas. Elas brigam contra aquilo que você representa.

6. Os caminhos do sucesso não levam à felicidade. Para ter sucesso você tem de correr atrás de um objetivo. Para ser feliz você tem de gostar daquilo que tem neste momento.

7. Tenha alto astral. Sorria, conte uma piada, brinque. Não se leve tão a sério.

Cuide bem de você e seja feliz. Você merece!

enviado por Jane

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Cérebro possui "estações de rádio" transmitindo em várias frequências


Redação do Diário da Saúde

Os equipamentos disponíveis permitiram aos cientistas monitorar as "transmissões cerebrais" em frequências de até 500 Hz. [Imagem: WUSTL]

Rádio Cérebro

Assim como ouvintes ajustam a sintonia de um rádio para captar estações diferentes, cientistas demonstraram que é possível sintonizar frequências precisas emitidas pelo cérebro.
Até agora, os cientistas têm focado suas pesquisas sobre as funções cerebrais no "onde" e no "quando" a atividade do cérebro ocorre.

"O que nós descobrimos é que o comprimento de onda que a atividade cerebral emite proporciona um terceiro ramo essencial para a compreensão da fisiologia do cérebro," diz o Dr. Eric Leuthardt, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos.

Eletrodos no cérebro

Os pesquisadores usaram a electrocorticografia, uma técnica para monitorar o cérebro com uma grade de eletrodos implantada diretamente na superfície do cérebro, de forma temporária.
Os pesquisadores usam essa abordagem para identificar a fonte de ataques epilépticos persistentes e que não respondem aos medicamentos e para mapear regiões do cérebro para a remoção cirúrgica.

Com a permissão dos pacientes, os cientistas agora usaram a grade de eletrodos para monitorar experimentalmente um espectro muito maior da atividade cerebral do que é feito normalmente quando se monitora as ondas cerebrais.

Frequências do cérebro

As ondas cerebrais são produzidas quando muitos neurônios disparam ao mesmo tempo.

A frequência desses disparos - quantas vezes eles ocorrem num determinado período de tempo - determina a frequência da atividade cerebral - ou seu comprimento de onda, que é medido em hertz, ou ciclos por segundo.

Estações FM, por exemplo, transmitem em frequências entre 88 e 108 MHz - milhões de ciclos por segundo.

Os equipamentos disponíveis permitiram aos cientistas monitorar as "transmissões cerebrais" em frequências de até 500 Hz.

"Um eletroencefalograma só pode monitorar as frequências até 40 hertz, mas com a electrocorticografia podemos monitorar as atividades até 500 hertz. Isso realmente nos dá uma oportunidade única para estudar a fisiologia completa da atividade cerebral," diz Leuthardt.

Detectando uma faixa de frequências maior, os cientistas conseguiram determinar a origem das transmissões com mais precisão, o que deverá permitir um mapeamento das funções cerebrais com uma resolução inédita.

Frequência e função

Leuthardt e seus colegas usaram essa sintonia da "Rádio Cérebro" para acompanhar a diminuição da consciência durante a ação da anestesia cirúrgica e o retorno da consciência, quando a anestesia começa a perder o efeito.

Eles descobriram que cada frequência dá informações diferentes sobre como diferentes circuitos cerebrais se alteram com a perda da consciência.

"Algumas relações entre as frequências altas e baixas da atividade do cérebro não se alteraram, e nós especulamos que isso pode estar relacionado com alguns dos circuitos de memória," conta Leuthardt.
Outra descoberta é que o comprimento de onda dos sinais cerebrais em uma determinada região pode ser usado para determinar qual função essa região está realizando naquele momento.

"Historicamente nós juntamos as frequências da atividade do cérebro em um fenômeno único, mas nossos resultados mostram que existe uma diversidade real e uma não-uniformidade nessas frequências", conclui o cientista.
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