terça-feira, 29 de maio de 2012

Quando me amei de verdade, Kim e Alison McMillen




 

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E, então, pude relaxar. Hoje sei que isso tem nome: auto-estima. 

Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra as minhas verdades. Hoje sei que isso é autenticidade. 

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje chamo isso de amadurecimento. 

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje sei que o nome disso é respeito. 

Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável... pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo.  De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo. 
Hoje sei que se chama amor -próprio. 

Quando me amei de verdade, deixei de temer meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. 
Hoje sei que isso é simplicidade. 

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei  muito menos vezes. Hoje descobri a humildade.  

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando eu a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.

Tudo isso é saber viver!




enviado por Irene

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Caminhos da Liberdade


Autor desconhecido


Quando cortas uma flor para ti, começas a perdê-la, porque murchará em tuas mãos e não se fará semente para outras primaveras.


Quando aprisionas um passarinho para ti, começas a perdê-lo, porque não mais cantará no bosque para ti nem criará outros passarinhos em seu ninho.


Quando guardas teu dinheiro começas a perdê-lo, porque o dinheiro não vale por si, mas pelo o que com ele se pode fazer.


Quando não arriscas tua liberdade para tê-la, começas a perdê-la, porque a liberdade que tens se comprova quando te atiras optando e decidindo.


Quando não deixas partir o teu filho para a vida, começas a perdê-lo, porque nunca o verás voltar para ti livre e maduro.


Não existe preço para a liberdade, mas uma belíssima recompensa para quem a utiliza com despreendimento de alma -- ter para sempre, junto à si a fidelidade daqueles que livres dos grilhões, se comprazem em serem seus eternos admiradores!


Quem ama liberta com a certeza da volta espontânea ao aconchego. Aprende no caminho da vida a padadoxal lição da experiência: sempre ganhas o que deixas e perdes o que reténs. 

enviado por Jacinta

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Três temas, do livro Palavras de Poder





Eu só tenho um caminho Três temas comuns na visão (incrivelmente semelhante)

 das diversas tradições


ACEITAÇÃO E GRATIDÃO


“Se não tenho plena aceitação de mim mesmo, passo a vida procurando a 

felicidade fora de mim. A atitude que busco pode ser resumida numa frase: 
‘Entrego, confio, aceito e agradeço’”. Professor Hermógenes, um dos maiores 
difusores brasileiros da yoga

“Sabedoria é ter confiança, confiar que as coisas acontecem como têm que acontecer, 

confiar que, por trás de tudo, existe um movimento superior.” Roberto Otsu, professor 
de taoísmo

“Mesmo um evento que normalmente você diria ser uma tragédia pode ser um caminho 

de crescimento.” Susan e Donovan Thesenga, psicoterapeutas adeptos do Pathwork

“Uma crise pode ser um momento precioso, em que, por causa do sofrimento, sentimos 

uma ruptura em nossa percepção do mundo e surge uma busca espiritual mais 
profunda.” Dom Laurence Freeman, monge beneditino

“Não podemos culpar ninguém quando nos decepcionamos; nosso sofrimento vem 

de não aceitarmos que as coisas mudem, que elas não sejam do jeito que queremos.”
Lama Surya Das, budista

COMPAIXÃO

“Este é o propósito que devemos ter: eu não faço algo pelo outro porque ele vai 

me achar maravilhosa por isso, eu faço porque é bom fazer, porque é bom ajudar.” 
Monja Coen, zen budista

“O impulso do herói, e que deve ser o impulso de cada um de nós, não é a 

autogratificação, é o serviço ao outro.” Robert Walter, presidente da Joseph 
Campbell Foundation

“A caridade significa a materialização do conhecimento espiritual libertador, 

transformado em socorro ao próximo. É o caminho de iluminação das pessoas.” 
Divaldo Franco, médium

“A vida só acontece quando eu troco influências, quando me envolvo, plenamente, 

comigo mesmo e com o outro. Quem não se envolve não se desenvolve.” José 
Ângelo Gaiarsa,
psicoterapeuta

HUMILDADE

“Quando nos conhecemos de verdade, o outro pode pensar o que quiser sobre nós; 

não ficamos orgulhosos por causa de um elogio nem arrasados ao ouvir algo 
desagradável sobre nós.” Jean-Yves Leloup, padre ortodoxo

“Há duas regras para lidar com o estresse. Regra número 1: não se preocupar com 

ninharias. Regra número 2: tudo é ninharia.” Susan Andrews, astróloga

“A ‘doença do amanhã’ é o que nos mantém passivos. Passamos a vida deixando 

tudo para o outro dia. Mas será que vou estar vivo amanhã? É essencial nos 
lembrarmos de que a morte pode ocorrer a qualquer momento.” Artur Andrés, músico

O amor



1 - Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.

2 - E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.
3 - E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.
4 - O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,5 - não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;6 - não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;7 - tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.8 - O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;9 - porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos;10 - mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.11 - Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.12 - Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.13 - Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.

FONTE: (Bíblia Hebraica- I Coríntios - Cap. 13)
enviado por Vera

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Buda era taurino e toda a sua vida foi o desenvolvimento e o caminho para que Touro saía de sua energia mais densa que seria o ápice do apego material até o desenvolvimento da energia espiritual e o processo da iluminação.  
O Budismo é uma filosofia de vida baseada nos ensinamentos deixados por Sidarta Gautama, o Buda histórico, que viveu aproximadamente entre 563 e 483 a.C. no Nepal. Essa filosofia é difundida no mundo todo e encarada por alguns como religião, embora o Buda não seja considerado um Deus e seus ensinamentos nada tenham de místico.
A principal doutrina do budismo está concentrada no que é comumente chamado de As Quatro Nobres Verdades, sendo que a última delas desdobra-se no Nobre Caminho Óctuplo (ou Nobre Verdade da Senda).
Devido às dificuldades de tradução e transmissão oral dos ensinamentos, em muitos lugares – as Quatro Nobres Verdades são apresentadas da seguinte forma: “A vida é sofrimento; a causa do sofrimento é o desejo; a cessação do sofrimento é se ver livre do desejo; o modo de fazê-lo é o Caminho Óctuplo”.
Primeira Nobre Verdade: a vida está em desequilíbrio
Na tradução mais popularizada, temos que “a vida é sofrimento”. Porém, basta olhar os ensinamentos do Buda para observar que ele jamais definiria uma coisa tão maravilhosa quanto a vida como “sofrimento”.
O que o Buda quis dizer foi que a vida de quem não se conscientiza está fora do eixo, está caminhando para o rumo equivocado, está fora de equilíbrio. É esse desequilíbrio que leva ao sofrimento.
Segunda Nobre Verdade: o desejo fora de hora leva ao sofrimento
“A vida é sofrimento e o que causa o sofrimento é o desejo”. A versão da qual discordamos diz que a causa dos sofrimentos é o desejo. Mas o que seria da vida sem desejos, sem a motivação do crescimento? O homem não teria chegado aonde chegou não fosse seu desejo pelo saber, pelo progresso – com todas as suas conseqüências positivas e negativas.
A razão pela qual nós sofremos é o desejo fora de hora, o hábito de estar sempre querendo antecipar o futuro, querendo mais e mais, sem aproveitar o momento presente.
Se nunca estamos satisfeitos com o momento de agora, estamos sempre querendo alguma outra coisa. Essa é a principal causa do sofrimento. Se estivermos presentes, vivendo completamente o momento presente, não haveria “querer” e “não querer”. Estaria-se em plenitude. Terceira Nobre Verdade: libertar-se do apego ao desejo
A terceira nobre verdade tradicionalmente é contada como a extinção do desejo para o fim do sofrimento. Mas não foi exatamente isso que o Buda falou.
A palavra usada pelo Buda histórico foi nirvana, que significa apagar. Porém, segundo a filosofia do Vedanta, quando se apaga uma chama, diz-se que a chama ficou livre. Quando se acende, captura-se a chama.
Apagar um desejo, nesse sentido, significa libertá-lo. Quando abandonamos o apego ao “eu quero” e “eu não quero”, nossa vida entra em equilíbrio. Estamos, finalmente, livres.
Não apague seus desejos, eles são uma motivação necessária para a vida. Apenas desapegue-se de estar sempre querendo algo mais e deixando de viver o momento presente, deixando de viver a vida.
Quarta Nobre Verdade: o Nobre Caminho Óctuplo
O Nobre Caminho Óctuplo é a maneira pela qual o ser humano pode libertar-se do apego ao desejo. São oito atitudes que devem ser seguidas no dia-a-dia. São instrumentos práticos para colocarmos a nossa vida em equilíbrio. Não há neles nada de místico.

I. Palavra apropriada
Você deve apenas falar a verdade. Deve apenas fomentar conversas que causem harmonia e progresso. Deve usar palavras leves, elogiosas e construtivas. Deve somente conversar produtivamente.

II. Ação apropriada
Suas ações devem preservar os seres vivos: homens, animais e vegetais. Você deve pegar apenas aquilo que lhe pertence. Deve ser fiel ao companheiro amoroso. Deve ingerir apenas alimentos e bebidas que façam bem à sua saúde.

III. Meio de vida apropriado
A profissão escolhida deve ser honesta, para o bem comum e nunca prejudicando e explorando nosso semelhante.

IV. Esforço apropriado
Você deve esforçar-se para fazer o bem e consertar o que está equivocado, fora de equilíbrio.

V. Plena atenção apropriada
Você deve viver em estado de constante atenção. Atenção com o corpo, com as sensações, com os pensamentos e com os sentimentos.

VI. Concentração correta
A concentração é a mente unipolarizada, isto é: mente voltada para um único ponto. Desenvolver a concentração requer que você abra mão do desejo passional e egoísta por todo o prazer sensual e material. Que cultive a alegria, a tranquilidade e o amor. Que mantenha-se ativo e disposto; relaxado e despreocupado; certo do seu objetivo de vida.

VII. Compreensão apropriada
Compreender as Quatro Nobres Verdades:

  1. Compreender as três características da existência O corpo é impermanente, as sensações são impermanentes, as percepções são impermanentes, as formas mentais são impermanentes, e as consciências são impermanentes. E tudo o que é impermanente é sujeito ao sofrimento e mudança. Dessa forma, não se pode dizer “isto pertence a mim” ou “isto é meu”.

  2. Compreender as ações meritórias (a ação apropriada, a palavra apropriada e o pensamento apropriado) e a raiz dessas ações: renúncia, desapego, boa vontade, benevolência, generosidade, moralidade, meditação, reverência, gratidão, respeito, altruísmo, transferência de mérito, alegria pelo sucesso alheio, ouvir a doutrina, expor a doutrina, ter corretos ponto de vista e compreensão.

  3. Compreender as ações demeritórias (Pelo corpo: destruir seres vivos, roubar e explorar, adultério, ingerir tóxicos e bebidas alcoólicas. Pelo verbo: mentir e caluniar, levar e trazer conversas, palavras pesadas, duras e ofensivas, tagarelice e conversas frívolas. Pela mente: cobiça-egoísmo, vaidade, má vontade, ódio e raiva, errôneos pontos de vista.) e a raiz dessas ações: cobiça, ódio, ilusão, ignorância, egoísmo.

  4. VIII. Pensamento apropriado
São todos os pensamentos que vêm das ações meritórias e que devem ser mantidos em nossa mente o máximo de tempo possível. Quando um pensamento inapropriado – aquele baseado nas ações demeritórias – surgir, deve ser imediatamente substituído por um pensamento apropriado.

domingo, 20 de maio de 2012

A ARTE DE ESTAR COM O OUTRO



 
 
Amor significa a arte de estar com os outros. Meditação significa a arte de estar consigo mesmo. São dois aspectos da mesma moeda. Uma pessoa que não sabe como estar com ela mesma verdadeiramente não pode relacionar-se com os outros. O relacionamento dela será inconveniente, sem graça, feio, fortuito e acidental. Num momento tudo está indo bem e noutro momento tudo se foi. Ele estará sempre indo para cima e para baixo; nunca ganhará profundidade. Será muito ruidoso. Certamente ele lhe dará uma ocupação, mas não terá nenhuma melodia nele, nem lhe alçará até as alturas da existência ou até as profundezas do ser.  E vice-versa: a pessoa que não é capaz de estar com os outros, de relacionar-se, achará muito difícil relacionar-se consigo mesma, porque a arte de relacionar-se é a mesma. Seja relacionar-se com os outros ou consigo mesmo, não faz muita diferença: é a mesma arte. 


Essas artes têm que ser aprendidas juntas, simultaneamente; elas são inseparáveis. Esteja com as pessoas, não inconscientemente, mas bem conscientemente. Relacione-se com as pessoas como se você estivesse cantando uma canção, como se você estivesse tocando numa flauta; cada pessoa precisa ser pensada como um instrumento musical. Respeite-as, ame-as e adore-as, porque cada pessoa é uma face oculta do divino. 
 
Portanto seja bem cuidadoso, bem atento. Lembre-se do que você está dizendo; lembre-se do que você está fazendo. Pequenas coisas bastam para destruir relacionamentos, e pequenas coisas tornam relacionamentos tão belos. Às vezes basta um sorriso, e o coração do outro se abre para você; às vezes basta um olhar errado em seus olhos, e o outro se fecha - é um fenômeno delicado. Pense nisso como uma arte: assim como o pintor é muito vigilante do que ele está fazendo na tela, cada simples traço irá fazer muita diferença. Um pintor verdadeiro pode mudar toda a pintura apenas com um simples traço. 
 
A vida tem que ser aprendida como uma arte: muito cuidadosamente, bem deliberadamente. Assim, o relacionamento com os outros precisa se tornar um espelho: veja o que você está fazendo, como você está fazendo isso e o que está acontecendo. Que está acontecendo ao outro? Você está tornando a vida dele mais miserável? Você está provocando sofrimento nele? Você está criando um inferno para ele? Então, retire-se. Mude suas maneiras. Embeleze a vida ao seu redor. Deixe que cada pessoa sinta que o encontro com você é uma dádiva: apenas por estar com você algo começa a fluir, a crescer, algumas canções começam a surgir no coração, algumas flores começam a se abrir. E quando você estiver sozinho, então, sente-se totalmente em silêncio, absolutamente em silêncio, e observe a si mesmo. Assim como o pássaro tem duas asas, deixe amor e meditação serem suas duas asas. Crie uma sincronicidade entre eles, assim eles não estarão de maneira alguma em conflito um com o outro, mas cuidando um do outro, alimentando um ao outro, auxiliando um ao outro. Esse vai ser o seu caminho: a síntese entre amor e meditação.
 
* Extraído do livro: The Rainbow Bridge
Autor: Osho (Rajneesh, Bhagwan Shree)


enviado por Suraag

sábado, 19 de maio de 2012

Código de Ética dos Índios



 
Levante com o Sol para orar. Ore sozinho. Ore com freqüência. O Grande Espírito o escutará, se você ao menos falar.
 
Seja tolerante com aqueles que estão perdidos no caminho. A ignorância, o convencimento, a raiva, o ciúme e a avareza, originam-se de uma alma perdida.
Ore para que eles encontrem o caminho do Grande Espírito.
 
Procure conhecer-se por si mesmo.... Não permita que outros façam seu caminho por você. É  sua a estrada, e somente sua.Outros podem andar ao seu lado, mas ninguém pode andar por você.
 
Trate os convidados em seu lar com muita consideração.Sirva-os o melhor alimento, a melhor cama e trate-os com respeito e honra.
 
Não tome o que não é seu. Seja de uma pessoa, da comunidade,da Natureza ou da cultura.Se não lhe foi dado, não é seu.
 
Respeite todas as coisas que foram colocadas sobre a Terra. Sejam elas pessoas, plantas ou animais.
Respeite os pensamentos, desejos e palavras das pessoas.
 
Nunca interrompa os outrosnem ridicularize, nem rudemente os imite. Permita a cada pessoa o direito da expressão pessoal.
 
Nunca fale dos outros de uma maneira má. A energia negativa que você colocar para fora, no Universo, voltará multiplicada para você. Todas as pessoas cometem erros.E todos os erros podem ser perdoados.
 
Pensamentos maus causam doenças da mente, do corpo e do espírito. Pratique o otimismo.
 
A Natureza não é para nós, ela é uma parte de nós. Toda a Natureza faz parte da nossa família terrenal.
 
As crianças são as sementes do nosso futuro. Plante amor no seu coração e o águe com sabedoria e lições da vida. Quando forem crescidos, dê-lhes espaço para que continuem a crescer.

Evite machucar o coração das pessoas. O veneno da dor causada a outros, retornará a vc!!!
 
Seja sincero e verdadeiro em todas as situações. A honestidade é o grande teste para a nossa herança do Universo.
 
Mantenha-se equilibrado. Seu corpo Espiritual, seu corpo Mental, seu corpo Emocional e seu corpo Físico, todos necessitam ser fortes, puros e saudáveis.

Trabalhe o seu corpo Físico para fortalecer o seu corpo Mental. Enriqueça o seu corpo Espiritual para curar o seu corpo Emocional.
 
Tome decisões conscientes de como você será e como reagirá. Seja responsável por suas próprias ações.
 
Respeite a privacidade e o espaço pessoal dos outros.

Não toque as propriedades pessoais de outras pessoas, especialmente objetos religiosos e sagrados. Isto é proibido.
 
Comece sendo verdadeiro consigo mesmo. Se você não puder nutrir e ajudar a si mesmo, você não poderá nutrir e ajudar os outros.
 
Respeite outras crenças religiosas. Não force suas crenças sobre os outros.

Compartilhe sua boa fortuna com os outros.

Participe com caridade.

enviado por Izabel
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