domingo, 30 de setembro de 2012

São Miguel Arcanjo, seu dia 29 de setembro



Oração a São Miguel Arcanjo

Bem Amado Arcanjo Miguel,
defendei-me nas horas de conflito.
Que Tua Poderosa Força seja meu amparo nas horas de dor.
Precipitai, Precipitai, Precipitai,
um Poderoso Cinturão Eletrônico de Proteção
contra todas as forças negativas visíveis e invisíveis. 
Secionai, Secionai, Secionai,  
Toda a negatividade na Terra
PODEROSO ARCANJO:
levantai Tua Flamejante Espada Azul da Proteção e da Fé
Elevai minha alma e minha vida
EU SOU um canal da Tua força
E a transmito a cada pessoa que de mim se aproxime.
EU SOU EU SOU EU SOU 

Palavras do Arcanjo Miguel em favor dos desencarnados

Amados discípulos

            Eu vos pediria que fizésseis apelos diários, por aqueles que passaram recentemente pela transição chamada “morte”. Apelai para que eles sejam levados aos Templos de Purificação que Saint Germain e Eu, mantemos em plano astral, de forma que ninguém possa descer ao inferno de pensamentos e sentimentos, criado por sua própria consciência trevosa.

            Em cada período de vinte e quatro horas, muitos indivíduos deixam o corpo físico; nove, entre dez deles, nunca recebem uma prece e sentem-se confusos. Vossos apelos por esses irmãos nos auxiliarão, sem mencionar tudo o que faria por eles. Não podeis avaliar o imenso serviço que estaríeis prestando a essas emanações de vida!

            No mundo físico, não hesitais em prestar assistência a indivíduos em sofrimento. Porém, vossa atuação seria imensamente misericordiosa se a direcionásseis para os que foram removidos de seus corpos carnais e estão aprendendo a purificar suas almas em níveis internos. Estaríeis auxiliando-os fraternalmente a se liberarem de situações aflitivas, tendo, assim, melhor condição de se prepararem para o dia em que serão conduzidos ante o Grande Conselho Cármico.

            Deixai-me, agora, lembrar-vos que de forma geral, os que deixam o plano terrestre e habitam o amoroso plano celeste, não desejam sentir qualquer dor, por parte de seus parentes ou amigos. Tais dores dificultam o seu progresso, retardando a sua escalada espiritual.

            Os indivíduos, não ascensionados devem aprender agora, enquanto encarnados, a praticar o desapego, tanto dos bens materiais que os cercam, como, principalmente, dos familiares e amigos sem, no entanto, deixar de amá-los. Este é o procedimento natural dos Ascensionados e é a perfeita vivência do Amor Impessoal.

            Se, assim, agirdes, observareis que nada afetará o vosso equilíbrio nem os acontecimentos de âmbito familiar, pessoal, nem as constantes mutações mundiais.

Eu Sou vosso fiel defensor,
Arcanjo Miguel

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Santos Cosme e Damião


Santos Cosme e Damião, os santos gêmeos, morreram em cerca de 300 d.C. Crê-se que foram médicos, e sua santidade é devida por exercer a medicina sem cobrar por isto. Sua festa é celebrada atualmente no dia 26 de setembro pela Igreja Católica, no dia 27 de setembro pelas religiões afro-brasileiras e no dia 1º de novembro pela Igreja Ortodoxa.

Biografia

Há relatos que atestam serem originários da Arábia, de uma família nobre de pais cristãos, no século III. Seus nomes verdadeiros eram Acta e Passio. Um estudou Medicina e o outro Farmácia na Síria e depois foram praticar em Egéia. Diziam "Nós curamos as doenças em nome de Jesus Cristo e pelo seu poder".

Exerciam a medicina e farmácia na Síria, em Egéia e na Ásia Menor, sem receber qualquer pagamento. Por isso, eram chamados de anárgiros, ou seja, inimigos do dinheiro.

Cosme e Damião foram martirizados na Síria, porém é desconhecida a forma exata como morreram. Perseguidos por Diocleciano, foram trucidados e muitos fiéis transportaram seus corpos para Roma.

Foram sepultados no maior templo dedicado a eles, feito pelo Papa Félix IV (526-30), na Basílica no Fórum de Roma com as iniciais SS - Cosme e Damião.

Data de Celebração

A Igreja Católica Apostólica Romana, desde tempos imemoriáveis até o Calendário Romano de 1962, que vigorou até 1969, celebrava a festa de santos Cosme e Damião no dia 27 de setembro. Porém, em 1969, com a reforma litúrgica, o Calendário Romano passou a comemorá-los no dia 26, pois, considerada a importância de São Vicente de Paulo, também celebrado dia 27, preferiram não pôr as duas Memórias na mesma data. São Vicente ficou com o dia 27, já que era a data sabida de sua morte; já Santos Cosme e Damião, como não se sabe a data de morte deles, tiveram sua Memória movida para o dia 26 de setembro. Ainda assim, católicos tradicionalistas, devotos mais antigos e as religiões afro-brasileiras que também os cultuam, como o Candomblé e a Umbanda, continuam a comemorá-los no dia 27. Apesar da mudança na Igreja Católica, ao menos no Brasil, por conta da tradição, populares continuam fazendo comemorações no dia 27 de setembro.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Meu filho, você não merece nada



ELIANE BRUM

Jornalista, escritora e documentarista. Ganhou mais de 40 prêmios nacionais e internacionais de reportagem. É autora de Coluna Prestes – O Avesso da Lenda (Artes e Ofícios), A Vida Que Ninguém Vê (Arquipélago Editorial, Prêmio Jabuti 2007) e O Olho da Rua (Globo).
E-mail: elianebrum@uol.com.br Twitter: @brumelianebrum

Ao conviver com os bem mais jovens, com aqueles que se tornaram adultos há pouco e com aqueles que estão tateando para virar gente grande, percebo que estamos diante da geração mais preparada – e, ao mesmo tempo, da mais despreparada. Preparada do ponto de vista das habilidades, despreparada porque não sabe lidar com frustrações. Preparada porque é capaz de usar as ferramentas da tecnologia, despreparada porque despreza o esforço. Preparada porque conhece o mundo em viagens protegidas, despreparada porque desconhece a fragilidade da matéria da vida. E por tudo isso sofre, sofre muito, porque foi ensinada a acreditar que nasceu com o patrimônio da felicidade. E não foi ensinada a criar a partir da dor.

Há uma geração de classe média que estudou em bons colégios, é fluente em outras línguas, viajou para o exterior e teve acesso à cultura e à tecnologia. Uma geração que teve muito mais do que seus pais. Ao mesmo tempo, cresceu com a ilusão de que a vida é fácil. Ou que já nascem prontos – bastaria apenas que o mundo reconhecesse a sua genialidade.

Tenho me deparado com jovens que esperam ter no mercado de trabalho uma continuação de suas casas – onde o chefe seria um pai ou uma mãe complacente, que tudo concede. Foram ensinados a pensar que merecem, seja lá o que for que queiram. E quando isso não acontece – porque obviamente não acontece – sentem-se traídos, revoltam-se com a “injustiça” e boa parte se emburra e desiste.

Como esses estreantes na vida adulta foram crianças e adolescentes que ganharam tudo, sem ter de lutar por quase nada de relevante, desconhecem que a vida é construção – e para conquistar um espaço no mundo é preciso ralar muito. Com ética e honestidade – e não a cotoveladas ou aos gritos. Como seus pais não conseguiram dizer, é o mundo que anuncia a eles uma nova não lá muito animadora: viver é para os insistentes.

Por que boa parte dessa nova geração é assim? Penso que este é um questionamento importante para quem está educando uma criança ou um adolescente hoje. Nossa época tem sido marcada pela ilusão de que a felicidade é uma espécie de direito. E tenho testemunhado a angústia de muitos pais para garantir que os filhos sejam “felizes”. Pais que fazem malabarismos para dar tudo aos filhos e protegê-los de todos os perrengues – sem esperar nenhuma responsabilização nem reciprocidade.


É como se os filhos nascessem e imediatamente os pais já se tornassem devedores. Para estes, frustrar os filhos é sinônimo de fracasso pessoal. Mas é possível uma vida sem frustrações? Não é importante que os filhos compreendam como parte do processo educativo duas premissas básicas do viver, a frustração e o esforço? Ou a falta e a busca, duas faces de um mesmo movimento? Existe alguém que viva sem se confrontar dia após dia com os limites tanto de sua condição humana como de suas capacidades individuais?

Nossa classe média parece desprezar o esforço. Prefere a genialidade. O valor está no dom, naquilo que já nasce pronto. Dizer que “fulano é esforçado” é quase uma ofensa. Ter de dar duro para conquistar algo parece já vir assinalado com o carimbo de perdedor. Bacana é o cara que não estudou, passou a noite na balada e foi aprovado no vestibular de Medicina. Este atesta a excelência dos genes de seus pais. Esforçar-se é, no máximo, coisa para os filhos da classe C, que ainda precisam assegurar seu lugar no país.

Da mesma forma que supostamente seria possível construir um lugar sem esforço, existe a crença não menos fantasiosa de que é possível viver sem sofrer. De que as dores inerentes a toda vida são uma anomalia e, como percebo em muitos jovens, uma espécie de traição ao futuro que deveria estar garantido. Pais e filhos têm pagado caro pela crença de que a felicidade é um direito. E a frustração um fracasso. Talvez aí esteja uma pista para compreender a geração do “eu mereço”.

Basta andar por esse mundo para testemunhar o rosto de espanto e de mágoa de jovens ao descobrir que a vida não é como os pais tinham lhes prometido. Expressão que logo muda para o emburramento. E o pior é que sofrem terrivelmente. Porque possuem muitas habilidades e ferramentas, mas não têm o menor preparo para lidar com a dor e as decepções. Nem imaginam que viver é também ter de aceitar limitações – e que ninguém, por mais brilhante que seja, consegue tudo o que quer.

A questão, como poderia formular o filósofo Garrincha, é: “Estes pais e estes filhos combinaram com a vida que seria fácil”? É no passar dos dias que a conta não fecha e o projeto construído sobre fumaça desaparece deixando nenhum chão. Ninguém descobre que viver é complicado quando cresce ou deveria crescer – este momento é apenas quando a condição humana, frágil e falha, começa a se explicitar no confronto com os muros da realidade. Desde sempre sofremos. E mais vamos sofrer se não temos espaço nem mesmo para falar da tristeza e da confusão.

Me parece que é isso que tem acontecido em muitas famílias por aí: se a felicidade é um imperativo, o item principal do pacote completo que os pais supostamente teriam de garantir aos filhos para serem considerados bem sucedidos, como falar de dor, de medo e da sensação de se sentir desencaixado? Não há espaço para nada que seja da vida, que pertença aos espasmos de crescer duvidando de seu lugar no mundo, porque isso seria um reconhecimento da falência do projeto familiar construído sobre a ilusão da felicidade e da completude.

Quando o que não pode ser dito vira sintoma – já que ninguém está disposto a escutar, porque escutar significaria rever escolhas e reconhecer equívocos – o mais fácil é calar. E não por acaso se cala com medicamentos e cada vez mais cedo o desconforto de crianças que não se comportam segundo o manual. Assim, a família pode tocar o cotidiano sem que ninguém precise olhar de verdade para ninguém dentro de casa.

Se os filhos têm o direito de ser felizes simplesmente porque existem – e aos pais caberia garantir esse direito – que tipo de relação pais e filhos podem ter? Como seria possível estabelecer um vínculo genuíno se o sofrimento, o medo e as dúvidas estão previamente fora dele? Se a relação está construída sobre uma ilusão, só é possível fingir.

Aos filhos cabe fingir felicidade – e, como não conseguem, passam a exigir cada vez mais de tudo, especialmente coisas materiais, já que estas são as mais fáceis de alcançar – e aos pais cabe fingir ter a possibilidade de garantir a felicidade, o que sabem intimamente que é uma mentira porque a sentem na própria pele dia após dia. É pelos objetos de consumo que a novela familiar tem se desenrolado, onde os pais fazem de conta que dão o que ninguém pode dar, e os filhos simulam receber o que só eles podem buscar. E por isso logo é preciso criar uma nova demanda para manter o jogo funcionando.

O resultado disso é pais e filhos angustiados, que vão conviver uma vida inteira, mas se desconhecem. E, portanto, estão perdendo uma grande chance. Todos sofrem muito nesse teatro de desencontros anunciados. E mais sofrem porque precisam fingir que existe uma vida em que se pode tudo. E acreditar que se pode tudo é o atalho mais rápido para alcançar não a frustração que move, mas aquela que paralisa.

Quando converso com esses jovens no parapeito da vida adulta, com suas imensas possibilidades e riscos tão grandiosos quanto, percebo que precisam muito de realidade. Com tudo o que a realidade é. Sim, assumir a narrativa da própria vida é para quem tem coragem. Não é complicado porque você vai ter competidores com habilidades iguais ou superiores a sua, mas porque se tornar aquilo que se é, buscar a própria voz, é escolher um percurso pontilhado de desvios e sem nenhuma certeza de chegada. É viver com dúvidas e ter de responder pelas próprias escolhas. Mas é nesse movimento que a gente vira gente grande.

Seria muito bacana que os pais de hoje entendessem que tão importante quanto uma boa escola ou um curso de línguas ou um Ipad é dizer de vez em quando: “Te vira, meu filho. Você sempre poderá contar comigo, mas essa briga é tua”. Assim como sentar para jantar e falar da vida como ela é: “Olha, meu dia foi difícil” ou “Estou com dúvidas, estou com medo, estou confuso” ou “Não sei o que fazer, mas estou tentando descobrir”. Porque fingir que está tudo bem e que tudo pode significa dizer ao seu filho que você não confia nele nem o respeita, já que o trata como um imbecil, incapaz de compreender a matéria da existência. É tão ruim quanto ligar a TV em volume alto o suficiente para que nada que ameace o frágil equilíbrio doméstico possa ser dito.

Agora, se os pais mentiram que a felicidade é um direito e seu filho merece tudo simplesmente por existir, paciência. De nada vai adiantar choramingar ou emburrar ao descobrir que vai ter de conquistar seu espaço no mundo sem nenhuma garantia. O melhor a fazer é ter a coragem de escolher. Seja a escolha de lutar pelo seu desejo – ou para descobri-lo –, seja a de abrir mão dele. E não culpar ninguém porque eventualmente não deu certo, porque com certeza vai dar errado muitas vezes. Ou transferir para o outro a responsabilidade pela sua desistência.

Crescer é compreender que o fato de a vida ser falta não a torna menor. Sim, a vida é insuficiente. Mas é o que temos. E é melhor não perder tempo se sentindo injustiçado porque um dia ela acaba.

Eliane Brum escreve às segundas-feiras.


 enviado por Selma

sábado, 22 de setembro de 2012

Síndrome de Procusto

Na mitologia grega, um gigante chamado Procusto convidava pessoas para passarem a noite em sua cama de ferro. Mas havia uma armadilha nesta hospitalidade: ele insistia que os visitantes coubessem, com perfeição, na cama. Se eram muito baixos, ele os esticava; se eram altos, cortava suas pernas.
Por mais artificial que isto possa parecer, será que não gastamos um bocado de energia emocional tentando alterar ou "enquadrar" outras pessoas de formas diversas, embora menos drásticas?

Esperamos, com frequência, que os outros vivam segundo nossos padrões e ideais, ajustando-se aos nossos conceitos de como eles deveriam ser. Ou então, assumimos a responsabilidade de torná-los felizes, bem ajustados e emocionalmente saudáveis.

A verdade é que grande parte dos atritos que existem nos relacionamentos acontecem quando tentamos impor nossa vontade aos outros - quando tentamos administrá-los e controlá-los.

De tempos em tempos, em graus variados, assumimos responsabilidades que não nos pertencem. Tentamos dirigir a vida das outras pessoas, com a intenção de influenciar tudo, desde a dieta até a escolha de roupas, decisões financeiras e profissionais. Tomamos partido e ficamos excessivamente envolvidos, até encontramos ou criamos problemas onde não existem para poder criticar e oferecer conselhos.

É preciso entender que ninguém muda até que deseje fazê-lo, esteja disposto a mudar e pronto, para tomar as atitudes necessárias para efetuar a mudança. E por este motivo que o resultado de nosso "procustianismo" é, contudo, sempre o mesmo. Estamos destinados a fracassar em nossos esforços para controlar ou modificar alguém, não importa o quanto sejam nobres nossas intenções. E estamos destinados a terminar num turbilhão - frustrados, ressentidos e cheios de auto-piedade.

E o que dizer das pessoas que tentamos orientar? Por outro lado, mostramos falta de respeito por seus direitos como indivíduos, privando-as da oportunidade de aprender através de suas próprias escolhas, decisões e erros. 
Em resumo, nosso relacionamento com aqueles com os quais declaramos nos preocupar profundamente torna-se desarmonioso e forçado.

Permita que os outros vivam sua vida, enquanto vivemos a nossa - viva e deixe viver. 

enviado por Izabel

terça-feira, 18 de setembro de 2012

MENSAGEM DE UM PSICOTERAPEUTA


Sinto dizer que sem esforço nada vai acontecer!
Não adianta reza forte, nem macumba com 20 velas.
Se você não se decidir pelo primeiro passo, se você não sair desse quarto, nem os anjos e nada pode te ajudar, se você não se ajudar!

Quer emagrecer?
Caminhe todos os dias,  pare de dizer que  não tem dinheiro para a academia.
A rua é livre, de graça e está te esperando, seja noite, seja dia.

Quer um novo emprego?
Estude algo novo, aprenda um pouco mais do seu ofício, faça a diferença e as empresas vão correr atrás de você!

Quer um novo amor?
Saia para lugares diferentes assista a um bom filme, leia um bom livro, abra a cabeça, mude os pensamentos, e o amor vai te encontrar no metrô, no ônibus, na calçada, e em qualquer lugar, pois você será de se admirar.
Pessoa que encanta só de olhar...

Quer esquecer alguém que te magoou?
Enterre as lembranças e o infeliz!
Valorize-se criatura!
Se você se valoriza, sabe quanto vale, sabendo quanto vale não se troca por qualquer coisa.
Se alguém te deixou é porque não sabe o seu valor.
Logo, enterre a criatura no lago dos esquecidos.
E rumo ao novo que o novo é sempre mais gostoso...

Quer deixar de dever?
Pare de comprar.
Não faça dívida para pagar dívidas!
Nunca! Jamais!
Faça poupança e pede para o povo esperar.
"Devo, não nego, pago quando puder."
Assim, a cabeça fica livre e você vai trabalhar.
Em breve, não terá mais nada para pagar...

Quer esquecer uma mágoa?
Limpe o seu coração, esvazie-se...
Quem tem equilíbrio não guarda mágoas.
Só as pessoas com problemas emocionais é que se ressentem.
Ficam guardando uma dor, alimentando como se fosse de estimação.
Busque o equilíbrio emocional. Doe-se, ame mais e tudo passa.

Quer viver bem?
Ame-se!

Felicidade é gratuita, não custa nada.
É fazer tudo com alegria, nos mínimos detalhes.

Pergunte-se e se achar resposta que te satisfaça,  comece tudo de novo:
- Pra que 2 celulares (1 pra cada orelha?)?
- Pra que 3 computadores, se não tem uma empresa?

A vida pede muito pouco e nós precisamos de menos ainda.
Acorde enquanto é tempo e comece a mudança, antes que o tempo venha e apite o final do seu jogo!
Espero que você pelo menos tenha vencido a partida.

terça-feira, 11 de setembro de 2012



A sexualidade pode nos abrir a uma outra dimensão, porque, durante alguns instantes, nós nos esquecemos de nós mesmos e nos entregamos. E nesta experiência de doação, nesta experiência de abertura, há a Presença que vem nos encontrar. Há esta presença que Graf Dürckheim chama "O Grande Terceiro". Nesta ocasião compreendemos que o amor não depende de mim ou de você mas de um terceiro entre nós. 

Há o amante, a amada e, entre eles, o amor. Este amor tem uma vida própria.

Algumas vezes duas pessoas olham demais uma para a outra e não olham juntas na mesma direção. Não olham juntas para este terceiro que as une. Que, ao mesmo tempo, as une e as diferencia para que não haja mistura, para que não haja redução de um ou de outro. 

Se as pessoas olham este terceiro então a relação poderá ser duradoura. Neste caso, fez-se a experiência de algo que não pertence ao tempo. 

Vocês talvez notaram, entre alguns de seus verdadeiros amigos, que vocês podem se separar por muitos anos, deixarem de se ver por muito tempo e, após 10 ou 20 anos, quando vocês se encontram é como se continuassem a conversação da véspera. Como se houvesse entre vocês alguma coisa que não foi utilizada nem destruída pelo tempo. 

Esta experiência de amizade ou de amor é uma experiência da eternidade no tempo. E, novamente, temos uma abertura do nosso ser finito ao infinito.

0 encontro pode também ser vivido de um espírito a outro espírito . A pessoa que nos fala diz exatamente a palavra que nós pensamos e não sabemos se é ela que fala ou se somos nós que falamos. Neste caso há um momento de unidade, um momento em que partilhamos a mesma consciência, um momento em que não estamos mais enclausurados no nosso pequeno vaso. Sentimos que o nosso pensamento é compartilhado com o outro pensamento. Isto pode ser vivido ao nível do coração. A impressão de que conhecemos alguém desde sempre.

Não é necessário apelar para uma vida anterior. Talvez seja mais necessário apelarmos para nossa vida interior. Quer dizer que nós nos encontramos ao nível da profundidade que não está atrás de nós, que não está no passado mas que está no próprio momento em que vivemos. E aí, novamente, há uma abertura de coração.

Vocês sabem, porém, que o encontro de dois seres humanos nem sempre é maravilhoso e transfigurador. Pode ser destruidor. Através da paixão, do ciúme, podemos nos destruir. Mas com o recuo posso ver que graças a este conflito, graças a esta separação, a este rompimento, posso descobrir a mim mesmo. Porque o que se decepciona em mim é a minha expectativa. Eu fico decepcionado na medida das minhas expectativas.

Não se trata de acusar o outro, de não recebê-lo.Trata-se de reconhecer a projeção que estamos fazendo no outro. E neste momento ocorre como que uma retirada da projeção. Pode ser um momento de decepção, mas pode ser também um momento de iluminação. Neste sentido, um pensador francês nos fala da "decepção iluminadora". Ele dizia: "Eu tenho ainda muitos amigos a decepcionar". 

Efetivamente, não paramos de projetar uns nos outros, nossa imagem do homem, nossa imagem da mulher. E há momentos em que não há mais imagens. E nesta transparência há um verdadeiro encontro. Um verdadeiro encontro com sabor de transcendência.

...(Leonardo Boff) nos fala do encontro de Francisco de Assis com os pobres e com o leproso. Estes encontros podem se dar, entretanto, com pessoas bem comuns. Mas há um momento onde nossos olhos se abrem. Na liturgia bizantina, quando se fala da transfiguração de Cristo, diz-se que os discípulos tornaram-se capazes de vê-lo como ele era. Não era o Cristo que tinha mudado. Era o olhar dos discípulos. 

A experiência da transfiguração não é somente uma mudança do mundo exterior mas é uma mudança de olhar sobre o mundo exterior. Mudar de mundo começa por mudar de olhar.

Jean-Yves Leloup

enviado por Francisco Ulisses

domingo, 9 de setembro de 2012

O FILHO PRÓDIGO, DE METATRON


O FILHO PRÓDIGO
MENSAGEM DE METATRON
Canalizada por Athena Freya Prem em 7 de setembro de 2012

Saudações amados!

Eu Metatron, da Sephyra Kether, venho lhes incitar a voltar
 para casa!

Retornem amados da minha alma, a exemplo do filho pródigo,
à energia do Pai dentro de vocês.

Hoje já não é mais necessário falar em parábolas, pois com a
evolução da humanidade já é possível a compreensão dos
ensinamentos Divinos.

Voltem para a energia primordial de perfeição e luz, que
habita em vocês, afastem de si mesmos qualquer ilusão de
separação e imperfeição.

A paz, a abundância, todos os atributos e qualidades Divinas
podem ser por vocês manifestados no aqui e agora!

Basta para isso que, como filho pródigo, permaneçam na energia
de Deus, no pensamento de Deus, no amor de Deus.

Os Mestres anteriores já tanto lhes falaram muitas vezes,que a
verdade os libertará.

Qual é essa verdade amados tão libertadora?

A verdade minhas crianças cósmicas é que são perfeitos,
absolutos e co-criadores da realidade que os permeia.

"Pedi e dar-sevos-á, buscai e achareis, batei e abrir-se-vos-á"

Não foi esse um dos ensinamentos do amado Rabi da Galiléia
que por amor se fez carne?

Atraiam com seu pensamento, acreditem com seu coração e
realizem através do poder da vontade e nada vos será impossível.

Desbloqueiem todos essas travas que os prendem à probreza,
à infelicidade e ao infortúnio.

São das suas escolhas o seu destino, baseado nas crenças que
tiverem.

Muitos ensinamentos já foram passados e repassados, muitos
livros, filmes e informações já chegaram as suas mãos, mas
devido a massa negativa coletiva da humanidade o despertar
ainda não pode ser efetuado.

Despertem meus amados!
Despertem para a única realidade!

São criadores dos próprios destinos, suas escolhas, seus
pernsamentos e suas atitudes determinam suas vidas.

Sempre é tempo de mudar!
Não importam os atos pregressos, comecem agora a
renovação de suas vidas.

Queimem na Chama Violeta todos os seus carmas e
negatividade e acima de tudo: AMEM

O amor apaga todas as transgressões!

São filhos do Altíssimo, herdeiros das bençãos Divinas!
Voltem para o Eden que os espera a eons.

As portas do Paraíso estão abertas e ascessíveis!

http://stelalecocq.blogspot.com.br/2012/09/
metatron-o-filho-prodigo.html

sábado, 8 de setembro de 2012

Oração a Mãe Divina


NÓS TE SALDAMOS OH MÃE UNIVERSAL.
PLENA É TUA GRAÇA,
A UNIDADE ESTÁ EM TI.

SAGRADA ENERGIA FEMININA,
GESTAS EM TI A NOVA HUMANIDADE.

OH SUPREMA MÃE UNIVERSAL,
INTERCEDE POR NÓS,
SERES DA SUPERFÍCIE DA TERRA,
PARA QUE POSSAMOS CONSAGRAR-NOS
COMO DIGNOS FILHOS DE DEUS.

NA FÉ, NA LUZ, NA PAZ, NA PROTEÇÃO,
NA CURA, NA UNIDADE, NO AMOR, NO PERDÃO,
NA RECONCILIAÇÃO, NA CARIDADE, NA HUMILDADE,
NA TRANSMUTAÇÃO E NA FRATERNIDADE.

AGORA, E NO MOMENTO DA NOSSA TOTAL E DEFINITIVA ENTREGA,
AO PAI CRIADOR.

AMÉM

enviado por Bento Marques
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