domingo, 20 de setembro de 2015

Ciclos da Vida: Praticando o Poder do Agora

Por Equipe Despertar Coletivo:
transformation

Existem ciclos de sucesso, como quando as coisas acontecem e dão certo, e ciclos de fracasso, quando elas não vão bem e se desintegram. Você tem de permitir que elas terminem, dando espaço para que coisas novas aconteçam ou se transformem.

Se nos apegamos às situações e oferecemos uma resistência nesse estágio, significa que estamos nos recusando a acompanhar o fluxo da vida e que vamos sofrer. É necessário que as coisas acabem, para que coisas novas aconteçam. Um ciclo não pode existir sem o outro.

O ciclo descendente é absolutamente essencial para uma realização espiritual. Você tem de ter falhado gravemente de algum modo, ou passado por alguma perda profunda, ou por algum sofrimento, para ser conduzido à dimensão espiritual. Ou talvez o seu sucesso tenha se tornado vazio e sem sentido e se transformado em fracasso.

O fracasso está sempre embutido no sucesso, assim como o sucesso está sempre encoberto pelo fracasso.

No mundo da forma, todas as pessoas “fracassam” mais cedo ou mais tarde, e toda conquista acaba em derrota. Todas as formas são impermanentes. Você pode ser ativo e apreciar a criação de novas formas e circunstâncias, mas não se sentirá identificado com elas. Você não precisa delas para obter um sentido do eu interior. Elas não são a sua vida, pertencem a sua situação de vida.

Um ciclo pode durar de algumas horas a alguns anos e dentro dele pode haver ciclos longos ou curtos. Muitas doenças são provocadas pela luta contra os ciclos de baixa energia, que são fundamentais para uma renovação.

Enquanto estivermos identificados com a mente, não poderemos evitar a compulsão de fazer coisas e a tendência para extrair o nosso valor pessoal de fatores externos, tais como as conquistas que alcançamos. Isso torna difícil ou impossível para nós aceitarmos os ciclos de baixa e permitirmos que eles aconteçam. Assim, a inteligência do organismo pode assumir o controle, como uma medida auto-protetora, e criar uma doença com o objetivo de nos forçar a parar, de modo a permitir que uma necessária renovação possa acontecer. Enquanto a mente julgar uma circunstância “boa”, seja um relacionamento, uma propriedade, um papel social, um lugar ou o nosso corpo físico, ela se apegará e se identificará com ela. Isso faz você se sentir bem em relação a si mesmo e pode se tornar parte de quem você é ou pensa que é.

Mas nada dura nessa dimensão, onde as traças e a ferrugem devoram tudo. Tudo acaba ou se transforma: a mesma condição que fez você feliz agora faz você infeliz. A prosperidade de hoje se torna o consumismo vazio de amanhã.

O casamento feliz e a lua-de-mel se transformam no divórcio infeliz ou em uma convivência infeliz.

A mente não consegue aceitar quando uma situação à qual ela tenha se apegado muda ou desaparece. Ela vai resistir à mudança. É quase como se um membro estivesse sendo arrancado do seu corpo. Isso significa que a felicidade e a infelicidade são, na verdade, uma coisa só. Somente a ilusão do tempo as separa. Não oferecer resistência à vida é estar em estado de graça, de descanso e de luz. Nesse estado, nada depende de as coisas serem boas ou ruins. É quase paradoxal, mas, como já não existe mais uma dependência interior quanto à forma, as circunstância gerais de sua vida, as formas externas, tendem a melhorar consideravelmente.

As coisas, as pessoas ou as circunstâncias que você desejava para a sua felicidade vêm agora até você sem qualquer esforço, e você está livre para apreciá-las enquanto durarem. Todas essas coisas naturalmente vão acabar, os ciclos virão e irão, mas com o desaparecimento da dependência não há mais medo de perdas.

A vida flui com facilidade. A felicidade que provém de alguma coisa secundária nunca é muito profunda. É apenas um pálido reflexo da alegria do Ser, da paz vibrante que encontramos dentro de nós ao entrarmos no estado de não-resistência.

O Ser nos transporta para além das polaridades opostas da mente e nos liberta da dependência da forma. Mesmo que tudo em volta desabe e fique em pedaços, você ainda sentirá uma profunda paz interior.

Você pode não estar feliz, mas vai estar em paz.

(por Eckhart Tolle em Praticando o Poder do Agora)

- Veja mais em: http://despertarcoletivo.com/ciclos-da-vida-praticando-o-poder-do-agora/

sexta-feira, 18 de setembro de 2015

AS FLORES QUE PLANTEI...

As flores que plantei por um longo tempo germinaram, lindas e perfumadas…

Mas em algum momento sem prévio aviso, começaram a adoecer e secaram.

Neste momento pensei : Teriam as flores desistido do meu jardim?

– Quanto engano de minha parte; eu que esqueci de acariciá-las quando precisaram de mim;
eu que esqueci de regá-las quando tiveram sede; eu que esqueci de podá-las em seu tempo certo; eu que esqueci de conversar alguns instantes do meu dia, quando precisavam ouvir a minha voz. E assim meu jardim se foi…

Mas hoje tendo a real noção de minhas falhas, resolvi replantar o meu jardim
só que desta vez sem deixar de fazer a minha parte. E assim é a vida, um ir e vir de jardins que florescem e secam, porque ainda deixamos muito por fazer, nos esquecendo das nossas obrigações e deixamos tudo para depois.

Plantemos as flores em nossa vida e cuidemos do nosso jardim a fim de não deixá-lo secar.

ARISTEU
Médium: Nelson Teixeira

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

COMO ESTÃO OS NOSSOS PASSOS?


Como estão os nossos passos? Para onde estamos dirigindo
o nosso corpo e o nosso espírito diariamente?
Muitas vezes vamos aos mesmos lugares e fazemos as mesmas coisas
durante muitos anos da nossa existência e mesmo que já não faça
mais sentido para nós continuamos a repetir essa mesma rotina,
rotina do corpo e do espírito.
Por que fazemos tanta coisa de forma tão mecânica? Vamos parar
agora e pensar. Será que isso acontece comigo? Por quê?
Preciso mudar algo na minha vida, ou melhor, eu quero mudar alguma coisa?
Por mais simples que essa coisa seja a mudança mexerá conosco.
Vamos pensar, pensar e pensar. Parar por uns poucos minutos
e escutar o que o nosso coração tem a nos dizer, a nos mostrar.
Parece tão difícil parar nessa velocidade que vivemos,
mas não é impossível. Temos sede de paz, de silêncio, de harmonia.
E isso depende exclusivamente de cada um de nós.
Vamos experimentar esse silêncio e descobriremos que mergulhar em nós
mesmos é muito rico e encontraremos lá dentro de nós Deus, Nosso Pai.
Não basta dizermos que Ele está dentro de nós,
é preciso Senti-lo na nossa essência.
Paremos de correr atrás da felicidade lá fora de nós, lá longe do
alcance das nossas mãos e mergulhemos no oceano de nós mesmos
e lá encontraremos Deus.
Vamos refletir sobre isso.

Fonte: http://www.gotasdepaz.com.br/passos-2b/
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