quinta-feira, 2 de março de 2017

Observações do capítulo 1 de Um Curso em Milagres


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"Milagres, Expiação, revelação, percepção"

Não há ordem de dificuldade em milagres. São expressões naturais do amor, tudo que vem do amor é um milagre; através da oração o amor é recebido, e através dos milagres o amor é expressado. São apresentados por aqueles que no momento têm mais para aqueles que no momento têm menos, neste sentido milagres suprem uma falta. Milagres são pensamentos corretos, alinhando nossas percepções com a verdade.

O milagre nos libera do falso senso de isolamento, privação e falta, pois é um instrumento de correção da percepção. Surgem nas mentes em prontidão para o milagre. É uma expressão da consciência interior de Cristo e da aceitação da  Sua Expiação. Milagres nunca se perdem, podem tocar pessoas que nunca encontramos e produzir mudanças em situações que desconhecemos.

O milagre é o único instrumento a nossa disposição para controlar o tempo, pois não esta sujeito às leis do tempo e encurta sua necessidade. Milagres nos unem aos nossos irmãos - assim é um sinal de amor entre iguais -, e induzem à ação. O Espírito Santo é o mecanismo dos milagres, Ele separa o verdadeiro do falso. A Voz de Deus vai dirigir-nos.

A revelação é a comunicação de Deus e Suas criações, nos unindo diretamente a Ele, sendo uma experiência de amor indizível. A revelação é indiretamente inspirada por Jesus, que está mais perto do ES e alerta a nossa prontidão-para-revelação. O ES medeia a comunicação de cima para baixo. O milagre é impessoal, e conduzem à experiência altamente pessoal da revelação.

A Expiação é o plano perfeito de Deus para corrigir a separação - mãe de todos os enganos. Tem um sentido completamente diferente do que conhecemos, pois não representa sofrimento ou sacrifício, mas o desfazer dos erros. O milagre é o meio ou instrumento para esta correção. A cura, em todos os níveis, é o resultado.

Jesus representa a própria Expiação, e o único que pode apresentar milagres de modo indiscriminado, pois tem completa consciência de todo o plano. Ele proverá as oportunidades para que os façamos, na medida em que estivermos prontos e dispostos. A realização nos trará a convicção de nossa capacidade em fazê-los.

O milagre participa da Expiação colocando nossa mente a serviço do ES, corrigindo seus erros que são apenas faltas de amor. O espírito é  perfeito, a mente é criadora e precisa ser corrigida, e o corpo não cria e apenas serve de instrumento ao aprendizado. Todas as escolhas são feitas pela mente, que decide servir ao espírito ou a matéria, ao amor ou ao medo. O milagre é um sinal que a mente decidiu ser guiada por Jesus.

Até a "separação", que representa a "queda", nada estava faltando. O sentimento de separação de Deus é a única falta que precisa ser corrigida, esta foi uma distorção da percepção da verdade. As percepções distorcidas produzem uma cobertura densa sobre os impulsos para os milagres, de forma que eles não alcançam a nossa consciência. Por isso este é um curso de treinamento da mente.

Todas as fantasias são distorções da percepção, numa forma de controlar a realidade para satisfazer falsas necessidades. Fantasias tornam-se desnecessárias à medida que a natureza inteiramente satisfatória da realidade vem a ser aparente tanto para quem dá como para quem recebe. Fomos criados para criar somente o que é bom, belo e santo!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Um Curso em Milagres, lição 163

"Pai nosso, abençoa os nossos olhos hoje. Somos os Teus mensageiros e queremos contemplar o glorioso reflexo do Teu Amor que brilha em todas as coisas. Vivemos e nos movemos só em Ti. Não estamos separados da Tua vida eterna. Não há morte, pois a morte não é Tua Vontade. E nós habitamos onde nos colocaste, na vida que compartilhamos Contigo e com todas as coisas vivas, para sermos como Tu és e parte de Ti para sempre. Aceitamos os Teus Pensamentos como nossos e a nossa vontade é una com a Tua eternamente. Amém."

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Abraços

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"Abraço é coisa tão séria que não se empresta, se dá. E quando os corpos se encostam, todos os chakras se tocam. Abraço é coisa tão séria que junta os dois corações: pode ecoar para sempre ou esvaziar por inteiro. Pois quando a gente abraça, traz para dentro a pessoa: com bagagem, passado, infância, viagens e o principal: seu perfume espiritual. E o que recebemos nem sempre é o que damos, por isso alguns são afagos que nutrem por um longo tempo e outros, desespero pra matar a fome, um devoramento. Recuso abraçar levianamente, abraço com meu enrosco de afeto demais, amor puro, corpo colado para o abraço ser sentido, ter sentido. Abraço que é de verdade pode até ser dado de longe, pois ultrapassa as esferas e desconhece distâncias, é todo feito de encontro. Abraço é coisa tão séria que há de ser doce, leve, divertido, espontâneo, mesmo quando acalanto, colo ou celebração. A gente agarra por impulso de carinho porque a sintonia é a mesma. E quando o abraço termina, quando ele é dado de graça, fica a cosquinha no peito, uma brisinha na alma e a harmonia instalada".

Marla de Queiroz

sábado, 7 de janeiro de 2017

A FESTA DO NATAL - OS REIS MAGOS



E o que é a estrela?
É um fenómeno que se produz inevitavelmente na vida de um verdadeiro místico, de um verdadeiro Iniciado.
Acima da sua cabeça aparece uma estrela, um pentagrama luminoso.
«O que está em cima é como o que está em baixo, e o que está em baixo é como o que está em cima.»
Portanto, este pentagrama tem que existir duplamente.

Em primeiro lugar, o próprio homem é um pentagrama vivo, e depois no Alto, no plano subtil, quando ele tiver desenvolvido plenamente as cinco virtudes - a bondade, a justiça, o amor, a sabedoria e a verdade - existe um outro pentagrama que o representa sob a forma de luz.
E esta luz, esta estrela que brilhava por cima do estábulo, significa que de cada Iniciado que possui em si o Cristo vivo sai uma luz, uma luz que acalma, alimenta, reconforta, cura, purifica, vivifica...
Um dia, essa luz começa a ser vista de longe por outros, eles sentem que algo de especial se manifesta através desse ser.
Aquilo que se manifesta é precisamente o Cristo, e nessa altura todos aqueles que são dirigentes, autoridades, todos aqueles que são poderosos e ricos, vêm junto dele.
E até os grandes chefes religiosos, que julgavam estar acima de todos, também eles sentem que lhes falta algo, sentem que ainda não atingiram aquele grau de espiritualidade, e vêm instruir-se, vêm inclinar-se e trazer presentes.
É esta, pois, a explicação para a presença dos três magos - Melchior, Baltazar e Gaspar - junto do Menino Jesus.
Estes magos eram os chefes de grandes religiões dos seus países, e eles acorreram.
Porquê?
Porque sentiram aquela luz.
Como também eram astrólogos, ao observar no céu certas configurações planetárias excepcionais, concluíram que deveria ter-se produzido um acontecimento excepcional na Terra.
Portanto, o nascimento de Jesus corresponde também a um fenómeno astrológico que se produziu no céu há dois mil anos.
Estes Reis Magos trouxeram o ouro, o incenso e a mirra, e cada um destes presentes era um símbolo.
O ouro significava que Jesus era rei: a cor dourada é a cor da sabedoria, cujo brilho cintila por cima da cabeça dos Iniciados como uma coroa de luz!
O incenso queria dizer que ele era sacerdote: o incenso representa o domínio da religião, que é também o do coração, do amor.
A mirra é um símbolo da imortalidade; ela era utilizada para embalsamar os corpos e preservá-los, assim, da destruição.
Por conseguinte, os Reis Magos trouxeram presentes que têm uma ligação com os domínios do pensamento, do sentimento e do corpo físico.
Cada um está ligado também a uma séfira: a mirra a Binah, que conserva tudo; o ouro a Tiphéret, a luz; o incenso a Hésed, a religião.

MESTRE OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV
http://lotusdourado7.blogspot.com.br/2016/11/a-festa-do-natal_15.html
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